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Um dos maiores especialistas de pavimentação do Brasil fala sobre buracos de Campo Grande; ouça entrevista

Buracos nas ruas de Campo Grande. Esse é um assunto em alta já tem um bom tempo na mídia local, claro, a situação está complicada. Pessoas estão morrendo no trânsito do município por conta desse problema grave. A população sofre e muitas dúvidas surgem e nenhuma resposta é dada. Por isso no programa Eita Pêga [...]

Buracos nas ruas de Campo Grande. Esse é um assunto em alta já tem um bom tempo na mídia local, claro, a situação está complicada. Pessoas estão morrendo no trânsito do município por conta desse problema grave. A população sofre e muitas dúvidas surgem e nenhuma resposta é dada.

Por isso no programa Eita Pêga desta quinta-feira (18) entrevistamos o Engenheiro Civil João Virgilio Merighi especialista em pavimentação e um dos grandes nomes no Brasil neste assunto.

Quando questionado sobre os motivos de um município como Campo Grande ter tantos buracos, Virgilio explica que os pavimentos de todo o Brasil devem ser feitos para durarem até 40 anos, e não 40 dias ou até as próximas eleições.

Quando é feito a uma pavimentação é estipulada uma vida útil para a mesma, de uma maneira geral, em termos técnicos, tem-se estipulado dez anos, mas existem exemplos no país de pavimentos que duram muito mais do que isso.

O argumento de que, sol forte e chuva intensa destrói o asfalto não é válido, porque a única fornecedora de asfalto do Brasil é a Petrobras, e como estatal ela possui obrigação de fornecer materiais de acordo com as condições climáticas de cada região, quem realiza o projeto deve levar em consideração as condições climáticas, tudo está previsto em norma, desde o material até a execução. Se ocorre um problema neste processo, algo foi feito de errado, porque tudo corrobora para que o asfalto tenha qualidade.

Não é preciso sair do Brasil para ver pavimentos de boa qualidade.

Vergilio afirma que se acontecer de um buraco se abrir em três dias após uma obra, deve ser responsabilizado aquele que a executou, e faz um questionamento sobre a falta de fiscalização, que no caso cabe ao CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia).

Se o serviço dura pouco, cabe ao Conselho verificar, isto é uma questão até mesmo ética, de acordo com o especialista, precisa-se se pensar até mesmo como o MEC (Ministério da Educação) está ensinando os futuros engenheiros civis a fazerem este trabalho e se responsabilizarem pelo que faz.

No final da entrevista Virgilio explica uma solução definitiva para o asfalto deteriora em três dias, e faz uma salva para os órgãos públicos de Campo Grande. Quer saber? Ouça a entrevista abaixo:

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Escrito por

Jornalista Brasileira. Produtora de conteúdo. pura canceriana. descobrindo maneiras de agradecer, sempre. respirando fundo, de vez em quando. a louca da poesia, dos contos e das letras de músicas. Journalist brazilian w/ italian citizenship - cargocollective.com/giuliasimcsik

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