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A importância de cultivar a alegria em tempos de crise

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A importância de cultivar a alegria em tempos de crise

Está história aconteceu no Irã, durante a guerra. Sirenes avisavam de ataque aéreo e as pessoas corriam aos telhados para ver mísseis antiaéreos dispararem para o ar. E então alguém de outro telhado gritou um verso da poesia de Rumi enquanto os misseis iluminavam os céus.

“Mesmo que, do céu, veneno caia sobre todos,

Ainda sou doçura

      Envolto em doçura

      Envolto em doçura…”

(Rumi de Bactro, ou apenas Rumi ou Mevlana, foi um poeta, jurista e teólogo sufi persa do século XIII)

Embora seja fundamental estar informado sobre a trajetória do novo coronavírus por meio de fontes confiáveis, praticar o distanciamento social e cuidar os mais vulneráveis, também é hora de infectar uns aos outros com histórias de amor e fortalecimento. Cultivar a alegria é um componente importante e aumenta nossa capacidade de enfrentar as dificuldades.

Os persas usam a poesia, mesmo diante da morte iminente, mesmo diante do desconhecido saber se seus familiares ou si próprio vão estar vivos nos minutos seguintes.

E você, o que faz? Como você infecta pessoas próximas com alegria nesse tempo difícil?

No Havaí, as mulheres vêm primeiro no cenário pós-pandemia

O Plano “Building Bridges, Not Walking on Backs” foi lançado ainda em abril. Ele defende que as mulheres sejam o foco principal a ser estimulado na recupera econômica do Havaí. O Plano tem por objetivo corrigir a disparidade salarial de gênero e vai usar os empréstimos federais para serviços sociais para mulheres, como os abrigos contra abusos domésticos.

“Building Bridges, Not Walking on Backs” inclui profissionais do sexo, membros da comunidade LGBTQ e cuidadores, grupos cuja situação social e financeira já precária foi agravada pelo vírus. Com engajamento forte e envolvimento principalmente das mulheres tem influenciado os legisladores do Havaí e forçado a mudança de políticas em relação a esse grupo.

Não é difícil perceber a importância das mulheres na economia. No Brasil milhões delas são as responsáveis diretas pelo sustento da família.

E aí? O que acha do assunto? Comente!

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