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PODCAST: “Ah, não vai dar. Nem te conto o que aconteceu…”

Quem nunca teve uma resposta dessas quando propôs algo pra alguém que não poderia fazer o que pediu? Mas por que damos tantas desculpas esfarrapadas?

Quem nunca deu uma desculpa esfarrapada, que atire a primeira pedra!

Sim, a gente aprende a dar desculpinhas assim que aprendemos a falar. Sim, está implícito no nosso ser, um dispositivo que é usado para negar algo e amenizar o desconforto que poderia ser causado dessa situação.

A verdade sempre é melhor, mas ela dói mais. Então para amenizar a dor causada a gente conta uma mentirinha para usar de justificativa quando, na verdade, queremos falar não.

Você já leu o livro “1984” de George Orwell? Nele ele diz que “Se a liberdade significa alguma coisa, será sobretudo o direito de dizer às outras pessoas o que elas não querem ouvir”. Mas não é bem assim.

O problema de dizer não de forma sincera é que ela abre para motivos e perguntas. As pessoas vão querer saber por que você não quer emprestar aquela graninha para aquele amigo, mas aceita funções extras no trabalho sem ganhar nada a mais. Ou ainda porque não quer sair pro bar se você bebe com outros amigos em casa.

Resumidamente, a gente dá a desculpinha esfarrapada para não parecer tão ruim na fita. Mas às vezes o tiro sai pela culatra.

Não vou falar para parar de fazer isso, pois ninguém vai gostar de você e a convivência social fica impossível se você for super sincero, mas é possível maneirar. Usar de forma adequada e quando realmente for necessário e não por qualquer motivo.

E você? Dá muitas desculpinhas? Comenta aqui.

Escrito por

Comunicador formado em 2010, se encontrou no rádio como uma fonte de energia 100% renovável. O hobbie é modelismo (miniaturas de veículos, edifícios, etc.), design gráfico e, claro, Netflix.

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