Conflitos da Democracia (ou da pós democracia?). Assista ao bate-papo desta quarta-feira (12)
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Alunos que desistem de estudar custam 130 bilhões de reais por ano ao país. Assista à entrevista com Caio Dib:

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Caio Dib é jornalista e educador e viajou pelo Brasil para fazer pesquisas sobre a educação. Com o projeto Caindo no Brasil (que hoje já tem livro, redes sociais, portais), Caio descobriu muitas coisas boas e interessantes em projetos educacionais de escolas de todo o país e iniciou uma lista de boas práticas da educação, atualmente totalizando mais de quatrocentos itens. Este jornalista e educador buscou ouvir alunos e professores e conhecer as diferentes realidades brasileiras, contou suas histórias e concedeu suas opiniões ao #CaféComBlink desta quinta-feira (13).

Durante o bate-papo, Caio Dib destacou que a situação atual do país tem vínculo com a educação e disse acreditar que, em conjunto, instituições, governo, população, professores, alunos, podem fazer mudanças; pensar em novos formatos. Caio usou o Mato Grosso do Sul e Campo Grande como exemplo bom, mas também ruim da educação brasileira: lembrou que estado tem um ensino técnico inovador e reconhecido nacionalmente, mas criticou a evasão de alunos das escolas, ou seja, a desistência de muitos jovens em estudar. Ele destaca: “quando um aluno sai da escola, não só ele perde, como o país todo perde. O custo social da evasão no Brasil é de 130 bilhões de reais por ano”.

Para o educador, a ideia é trabalhar com as pessoas e ouvi-las, utilizando metodologias inovadoras e os recursos que forem viáveis e existentes; fazer acontecer, já que cada um de nós conhecemos nossas comunidades melhor do que ninguém: “criar junto com pessoas, projetos que resolvam problemas da educação do seu bairro é muito mais potente do que (…) um projeto de governo federal que, teoricamente, busca solucionar o problema do seu bairro”.

Caio lembra que a geração atual é uma geração curiosa, em momento de transição, “que está mudando e criando” e que “ninguém sabe muito bem os caminhos”. Apesar de tudo, é importante lembrar: “a curiosidade não pode morrer” e não podemos ignorar o passado, tanto as experiências, quanto as bases teóricas. Pelo contrário, “precisamos usar o passado para construir um novo futuro”.

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