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Analog Influencer

Hoje medimos se uma pessoa é influenciador ou não através da popularidade das redes sociais. Mas e antigamente, como a gente media isso?

Hoje em dia estamos vivendo uma época onde há uma competição para ver quem é mais influencer nas redes sociais.

Para você que não está atualizado, influencer é aquela pessoa que é considerada influenciadora, lançadora de tendências no mundo digital.

As redes sociais estão atraindo cada vez mais pessoas e, muitas vezes, é um meio de inspiração de vestimenta, cortes de cabelo, atitude, e até mesmo pautas. (sim me inspirou a escrever esta matéria)

Mas você já parou para pensar como medimos a popularidade de uma pessoa hoje e como fazíamos isso antigamente?

Ontem o Instagram informou que estava retirando o número de curtidas das postagens de pessoas que você segue. Você ainda consegue ver quantas pessoas curtiram sua publicação, mas não consegue ver mais quantas pessoas curtiram a publicação de outra pessoa.

E me deu uma ideia para trazer isso para a quinta-feira, dia oficial da nostalgia, o famoso #TBT (Throwback Thursday).

Vamos lembrar da nossa infância/adolescência, e tentar fazer um paralelo de como medíamos a popularidade dos nossos coleguinhas e amigos em uma época onde as redes sociais não existiam?

Revista

As revistas eram a fonte de influência para muita garotada. As meninas ficavam vidradas nas revistinhas Capricho, TodaTeen, Atrevida, Nova e outras para saber das tendências de sandálias, de pulseirinhas, cortes de cabelo, dos truques para chamar atenção do garoto que gosta (hoje chamamos isso de crush) e outras influências mais.

Para os meninos, as revistas Herói, Hotweels, Recreio e os álbuns de figurinha de futebol dominavam a influência. Quem estava sempre acompanhando o que essas revistas era considerado o “popularzão da escola”.

Brinquedos

Era considerado o famosinho, aquele que tinha as melhores Bayblades, os melhores cards de Super Trunfo, as melhores cartas de Magic ou Yu-Gi-Oh!, e também dos mais novos lançamentos entre as bonecas Barbie ou Susi, o Meu Bebê da Estrela, ou ainda aqueles kits super diferentões de lapis de cor, e a menina que tinha o batom da moranguinho saía por cima

Cultura Pop

Entre nossos amiguinhos, aqueles que sabiam cantar e dançar as oreografias super inusitadas dos grandes artistas Pop eram considerados deuses. Mesmo porquê, não tinha Youtube, então para aprender tinha que ter a oportunidade de ver todas as aparições dos ídolos na TV. Também era influencer aquele que tinha os pôsteres das boybands do momento, ou aquele calendário daquela modelo bonitona (Tiazinha e Feiticeira para os projetos de marmanjos). Sem contar aqueles que iam na estreia daquele super filmaço que estreou no cinema e podia contar o que achou do filme. Ou ainda quem tinha TV por assinatura e podia dizer se aquela série ou desenho que, sempre passava mais atrasado na TV aberta, era legal mesmo ou não. Fora as influencias das novelas.

Tudo isso foi só exemplo, mas a gente pode ainda citar pra fechar, aquelas modinhas de andar de patins, patinete, bike em grupo no bairro, e o cara que era o melhor jogador de Bet ou Queimada da rua. Isso era ser influencer antigamente.

E você, lembra de mais algum? Comente aqui!

Escrito por

Comunicador formado em 2010, se encontrou no rádio como uma fonte de energia 100% renovável. O hobbie é modelismo (miniaturas de veículos, edifícios, etc.), design gráfico e, claro, Netflix.

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