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Boa notícia: Estudante cria fio de sutura especial que detecta infecções pós-operatórias

Dasia Taylor é estudante de medicina e já ganhou 25 mil dólares por uma invenção que pode salvar vidas.

Ela desenvolveu um fio de sutura cirúrgica com base em beterraba, aquele alimento bem vermelho que acaba manchando tudo que toca.

Ela descobriu que a beterraba muda de cor baseado no pH que está ao seu redor e isso a inspirou a desenvolver essa sutura, principalmente por em seu país na África, ter um dos maiores índices de infecção pós-operatórias do mundo.

Mas como que isso funciona? É relativamente simples: o pH normal da nossa pele é 5, considerado levemente ácido. Mas quando temos uma ferida infeccionada, esse pH pode subir para 9 perdendo a acidez e facilitando o acesso de mais bactérias prejudiciais para nosso organismo.

A sutura de beterraba reage ao pH do meio. A cor natural da fibra de beterraba é vinho, ao ser suturada na pele, ela fica mais clara, num tom vermelho, e se detectar infecção, em 5 minutos ela fica roxa bem escura.

Foto: Society for Science

Isso pode livrar muitas pessoas de infecções pós-operatórias e ainda salvar muitas vidas.

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