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Ciúmes: ajuda ou atrapalha um relacionamento?

Segunda-feira, dia de sexo no Viva Voz. E nesta semana falaremos sobre um sentimento contraditório, intenso e muito presente, principalmente nos relacionamentos e na vida de muitos casais: o ciúmes. Falamos há pouco sobre inseguranças dos homens na relação e o ciúmes nada mais é do que uma representação de insegurança e falta de confiança entre duas pessoas que se relacionam. Quem nunca sentiu ciúmes, que atire a primeira pedra. O sentimento de posse sobre outra pessoa e o medo da perda de alguém ou algo que é vivido em uma relação à dois, são grandes motivações para a ciumeira. Mas será que é normal sentir ciúmes? Se é, até que ponto? Quando o ciúmes deixa de ser saudável e começa a atrapalhar concretamente até mesmo a rotina sexual de um casal?

Sim, é normal sentir ciúmes: dentro de proporções saudáveis, é comum, pois é a hora em que percebemos que a pessoa amada não nos pertence, que ela tem vontade própria, anda com as próprias pernas e pode nos deixar a qualquer momento. O problema é quando este sentimento se torna o vilão de uma relação. E sua tendência é diminuir com o tempo de relacionamento; com o amadurecimento natural dos laços da relação, não existem mais dúvidas de que a pessoa está ali porque quer, mesmo com o leque de opções que se tem por aí.

Já uma conclusão de um estudo nacional realizado por uma psicóloga clínica portuguesa, autora de um livro que procura compreender o ciúme à luz da ciência juntamente com 1169 pessoas, mostra que as pessoas que manifestam ciúme moderado evidenciam maiores níveis de satisfação sexual. Por outro lado, os sujeitos que manifestam níveis de ciúme mais baixos são aqueles que se encontram mais insatisfeitos. Assim, “a ausência de ciúme não é tão positiva como muitas vezes se ouve no senso comum, pois poderá evidenciar a falta de interesse pelo outro e o desinvestimento na relação”. “Este aspecto surge muitas vezes como algo pior do que ter um companheiro ciumento”.

Embora a palavra seja vulgarmente usada no cotidiano, não existe uma definição consensual no meio acadêmico. Ainda assim, todas as definições de ciúme têm em comum três aspectos: uma reação a uma ameaça percebida, um rival real ou imaginário e o objetivo de eliminar os riscos da perda da pessoa amada.

O ciúme pode externar-se por muitas formas de emoções como a ira, humilhação, ansiedade, tristeza, ódio, decepção e vergonha. Com elementos assim tão vagos e pessoais, o ciúme é um sentimento complexo, que desafia uma investigação científica. Ele é reconhecido pela ciência e é considerado até mesmo como paranoia pela psiquiatria, quando manifestado de forma extrema, através daquilo que são considerados “delírios de perseguição pelo temor imaginário de a pessoa estar sendo vítima de conspiração”.

 Você acredita que é possível e é normal o ciúme dentro de um relacionamento? Acha que isso pode atrapalhar ou ajudar a vida à dois?

Fonte: Revista Glamour / P3 / SiteMédico

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Escrito por

Buscando a felicidade sempre. Apaixonado pela comunicação e pela música. Sonhar, acreditar e jamais desistir, tudo isso sem perder a fé. Locutor, cantor e acadêmico de jornalismo. Apresentador do Viva-Voz. Me siga no insta: @padubotelho.

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