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Como uma favela com 1 milhão de pessoas enfrentou a covid-19?

Como uma favela com 1 milhão de pessoas enfrentou a covid-19?

E se eu te disser que uma favela com mais de 1 milhão de pessoas na cidade de Mumbai na Índia, teve baixos índices de contaminação e relativamente poucas mortes do coronavírus, você acreditaria?
Pois foi exatamente isso que aconteceu. Mas como?
Dharavi, é uma favela muito densa na cidade de Mumbai, na Índia. Se você assistiu aquele filme “Quem quer ser um milionário”, ja a viu pelo menos nas paisagens de fundo, pois é lá que o filme foi gravado.
A densidade populacional é imensa, com uma área de apenas 2 km² tem uma população de mais de 1 milhão de pessoas.
Então pensar que o coronavirus chegar nesse local iria fazer um estrago imenso, pois não tem estrutura básica de saúde, pessoas muito pobres e aglomeradas é um prato cheio para o desastre.
Mas as autoridades tomaram uma atitude diferente pra garantir a segurança e a saúde dessas pessoas.
Mais de 2400 profissionais da saúde foram designados para lá e começaram a ir de porta em porta para fazer um mapeamento do contágio, todos os dias.
Quando a primeira pessoa deu positivo, foi identificado as áreas de maior risco da favela e começaram por essas áreas a caçar o covid.
Com toda essa mobilização e esses profissionais da saúde vestidos dessas roupas cheias de plástico, sem tempo nem de ir ao banheiro, essa favela registrou apenas 2 mil casos positivos, e apenas 79 mortes no total e agora em junho, os números de casos caiu para 274 e apenas 20 mortes.
Esse método utilizado por lá está sendo chamado de “método Dharavi” e é um modelo para o futuro. Com essa situação podemos tirar a prova de que para quem tem determinação, nada é difícil demais, e que mesmo pessoas que vivem na miséria tem algo a ensinar.

Tratamento experimental da Unifesp é promissor para a cura da Aids;

Um paciente que descobriu ter o vírus HIV há cerca de 8 anos, se dispôs a um tratamento experimental da Universidade Federal de São Paulo.
Há quase 1 ano e meio, o vírus não está sendo detectado no organismo dele.
Apesar dos pesquisadores evitarem falar que é uma cura, esses resultados mostram um futuro promissor no desenvolvimento desse medicamento.
Mas como são feitos esses exames? Quando uma pessoa está infectada com qualquer vírus, o nosso organismo seleciona uma força tarefa para identificar, copiar e enganar o invasor. Parte das células são “sacrificadas” e permitem o vírus entrar dentro dela de forma rápida para que ele seja “observado” por ela, e antes de morrer essa célula informa às outras dessa força-tarefa como é a composição do DNA desse vírus, para que assim o organismo possa fabricar células com um reagente desse material genético e eliminar o vírus.
O problema do HIV é que ele é se multiplica rápido demais, não dando tempo para o organismo produzir uma defesa eficiente e com isso, muitas células de defesa acabam morrendo, deixando o organismo muito vulnerável. Mas esses anticorpos estão lá tentando combatê-lo.
É através da contagem desses anticorpos que é feita a detecção do HIV no organismo humano, e de acordo com os pesquisadores, o número desses anticorpos no corpo desse paciente estão diminuindo, mostrando que muito provavelmente o vírus já não esteja mais lá.
Para diminuir a reprodução do vírus no corpo do paciente, os cientistas fabricaram uma vacina produzida com o DNA dele mesmo.
É uma vacina feita com esses anticorpos da força-tarefa que consegue ensinar o organismo a encontrar as células infectadas e destruir uma por uma.
Os pesquisadores disseram que os estudos vão continuar de uma forma que no futuro possa ser criada uma vacina que se adapte ao DNA de cada paciente, pois essa que estão usando é extremamente personalizada, e fazer isso para milhões de pessoas diferentes iria levar muito tempo.
Tomara que essa seja a abertura que precisávamos para encontrar a cura dessa doença num futuro próximo.

Alemanha proíbe plástico e isopor para sempre;

Quando a gente olha pra trás na história a gente sabe que a Alemanha e o japão foram os derrotados da Segunda Guerra Mundial e saíram bem prejudicados.
Mas os dois países conseguiram, através de esforço cultural e de ajuda externa dos países vitoriosos, recuperar o ritmo de crescimento e desenvolvimento.
Hoje Japão e Alemanha são dois dos países mais desenvolvidos do mundo.
Na Alemanha, por exemplo, 50% da energia elétrica usada é gerada de fontes renováveis, estão sempre preocupados com o meio ambiente e tomam sempre decisões para garantir o futuro das próximas gerações.
E foi seguindo essa prerrogativa, que na última sexta-feira, o governo alemão anunciou que vai proibir a venda de uma infinidade de itens descartáveis.
A proibição definitiva começa daqui a 1 ano, tempo suficiente para as empresas que fabricam esses materiais se adequarem.
A ideia é reduzir a quantidade de plástico e poliestireno no ambiente.
O ministro do Meio Ambiente da Alemanha disse que a medida faz parte de um esforço para o distanciamento em definitivo da “cultura descartável”.
Tá vendo como não é difícil pensar no meio ambiente? E pensar que 70 anos atrás, a Alemanha era um país em frangalhos após a derrota da guerra e pouco tempo depois virou uma potência tecnológica e econômica que ainda espalha exemplos de preocupação ambiental.

Texto: viniprado_

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