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Congresso Nacional começa ano de trabalho nesta segunda, com decisões importantes e polêmicas

Todos se lembram que 2015 foi um ano super aquecido em Brasília, economicamente e principalmente politicamente, em decisões tomadas pelos três poderes no Congresso Nacional, no segundo semestre. No entanto, o recesso parlamentar de fim de ano acabou, e o Congresso retoma as atividades de trabalho nesta segunda-feira (01), e com isso também retoma decisões polêmicas e [...]

Todos se lembram que 2015 foi um ano super aquecido em Brasília, economicamente e principalmente politicamente, em decisões tomadas pelos três poderes no Congresso Nacional, no segundo semestre. No entanto, o recesso parlamentar de fim de ano acabou, e o Congresso retoma as atividades de trabalho nesta segunda-feira (01), e com isso também retoma decisões polêmicas e importantes que deverão voltar a pauta da Câmara e do Senado, como o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, os processos abertos pelo Conselho de Ética da Câmara, contra o presidente da casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e a prisão do senador em exercício de mandato, Delcídio do Amaral (PT-MS), em fase da operação Lava Jato.

No processo de impeachment de Dilma, uma das últimas decisões de 2015 foi a transferência de decisão do rito de processo que deve ser seguido pela câmara ser definido por plenário no Supremo Tribunal Federal (STF), o que anulou todo o trâmite que já havia sido feito e o que obriga a Câmara a começar o processo novamente. Isso porque os ministros do Supremo avaliaram que a votação de cada parlamentar deve ser aberta, e não secreta, e a votação deve ter apenas uma chapa oficial de parlamentares, e não duas, com uma alternativa, como ocorreu no fim do ano. A ação que levou o processo ao STF foi solicitado pelo PCdoB.

Já no Conselho de Ética da Câmara Federal, após polêmicos tumultos e quebra-quebras em sessões para se escolher se o conselho iria ou não aceitar o pedido de abertura de processo investigativo contra Cunha, e para a escolha do relator do processo, volta com o processo que foi aberto, tendo Cunha agora que apresentar sua defesa, em processo que pode cassar seu mandato de presidente da Câmara e de Deputado Federal, por decoro parlamentar em depoimento à CPI da Petrobrás, onde afirmou não ter nenhuma conta em bancos do exterior,  sendo que foi comprovado que ele tinha contas na Suíça.

Para a Polícia Federal, Delcídio do Amaral atrapalhou investigações da Operação Lava Jato, que investiga o esquema de corrupção na Petrobrás, ao ser cúmplice e propor rotas de fuga, provados em gravação de áudio, para um dos principais réus da Operação, Nestor Cerveró. Foi aberto processo que pode cassar o mandato do senador, que teve inclusive filiação suspensa de seu partido, o PT.

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Portal G1

 

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Escrito por

Jornalista Brasileira. Produtora de conteúdo. pura canceriana. descobrindo maneiras de agradecer, sempre. respirando fundo, de vez em quando. a louca da poesia, dos contos e das letras de músicas. Journalist brazilian w/ italian citizenship - cargocollective.com/giuliasimcsik

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