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Cunha diz a aliados ser beneficiário, mas não titular de contas na Suíça

Deputados aliados de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) relataram nesta quinta-feira (5) , sob condição de anonimato, que o presidente da Câmara admitiu ser beneficiário de contas bancárias na Suíça, mas destacou que não é o “titular”. Segundo esses relatos, Cunha descreveu qual será a linha de defesa que apresentará no processo por quebra de decoro parlamentar [...]

Deputados aliados de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) relataram nesta quinta-feira (5) , sob condição de anonimato, que o presidente da Câmara admitiu ser beneficiário de contas bancárias na Suíça, mas destacou que não é o “titular”.

Segundo esses relatos, Cunha descreveu qual será a linha de defesa que apresentará no processo por quebra de decoro parlamentar ao qual responde no Conselho de Ética.

Ele é acusado em representação dos partidos PSOL e Rede de ter mentido em depoimento à CPI da Petrobras. À comissão, ele afirmou não ter contas no exterior. Documentos enviados à Procuradoria Geral da República pelo Ministério Público da Suíça dizem que ele é o controlador de contas naquele país. Em razão das supostas contas em bancos suíços, o deputado também responde a inquérito que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF).

A informação sobre a argumentação apresentada por Cunha a colegas foi divulgada na edição desta quinta do jornal “Folha de S.Paulo”.

Conforme os relatos , o argumento central que o presidente da Câmara vai utilizar em sua defesa no Conselho de Ética é que, embora beneficiário das contas, não mentiu à CPI por não ser o controlador direto nem titular dessas contas.

Em entrevista pela manhã, o presidente da Câmara negou ter antecipado a aliados a defesa que fará ao Conselho de Ética.

“Isso é igual ao parecer do impeachment da semana passada que ninguém viu até hoje. Então, é exatamente a mesma situação. Então, não tem o que comentar porque não existe para mim essa… isso que tá colocado”, afirmou.

De acordo com os deputados ouvidos pelo que conversaram com Cunha, o presidente da Câmara quis antecipar a eles os argumentos de defesa para que possa ser respaldado quando as informações forem divulgadas oficialmente.

“O processo é político, então ele tem que sustentar um discurso político, para que a gente possa defendê-lo e ter o que dizer nas nossas bases”, disse um desses parlamentares.

Outra estratégia do peemedebista seria ganhar tempo e postergar ao máximo o processo no Conselho de Ética, cujo relator foi anunciado nesta quinta – o deputado Fausto Pinato (PRB-SP). A intenção é postegar a votação do relatório para depois de fevereiro, na esperança de que as denúncias percam força e espaço no noticiário.

Fonte: G1

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Escrito por

Jornalista Brasileira. Produtora de conteúdo. pura canceriana. descobrindo maneiras de agradecer, sempre. respirando fundo, de vez em quando. a louca da poesia, dos contos e das letras de músicas. Journalist brazilian w/ italian citizenship - cargocollective.com/giuliasimcsik

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