Prefeitura de Campo Grande decreta estado de emergência devido ao alto índice de casos de dengue.

É o segundo ano consecutivo que a capital enfrenta uma epidemia, tendo mais 6 mil notificações em menos de dois meses;

E no nosso Estúdio o Secretário Municipal de Saúde Pública, José Mauro Pinto de Castro Filho.

Foi publicado nesta segunda-feira (2) no Diário Oficial da prefeitura de Campo Grande um decreto de emergência em virtude do alto número de notificações de dengue no município. Esse ano, já foram registradas mais de 6 mil notificações e 4 mortes na capital.

Segundo o Município, o decreto facilitará a aquisição de bens necessários às atividades de resposta à epidemia e prestação de serviços, dispensando a necessidade de licitação, sem prejuízos a lei de responsabilidade fiscal, tendo assim um resultado mais rápido no combate à doença.

Conforme o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) realizado em janeiro, sete áreas de Campo Grande foram classificadas com o risco de surto de doenças transmitidas pelo mosquito. O número de áreas em alerta praticamente dobrou, em comparação com o último LIRAa divulgado em novembro do ano passado, passando de 22 para 42 áreas. 18 áreas permanecem com índices satisfatórios.

O índice mais alto foi detectado na área de abrangência da Iracy Coelho, com 8,6% de infestação. isso significa que de 233 imóveis vistoriados, em 20 foram encontrados depósitos. A área do Azaleia aparece em segundo com 7,4% de infestação, seguido da Jardim Antártica, 5,2%, Alves Pereira, 4,8, Sírio Libanês, 4,4%, Jardim Noroeste, 4,2% e Maria Aparecida Pedrossian, 4,0%.

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