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Economia: ser padrinho/madrinha de casamento nos dias de hoje, compensa?

Todos sabemos que esbanjar nos dias de hoje não é opção e que o dinheiro precisa ser muito bem aproveitado, correto? Inclusive, é cada vez mais comum que encontremos festas e eventos sendo feitos cada vez mais de maneira colaborativa no estilo byob (bring your own boose) ou, traduzindo, leve sua própria bebida.

Também não é anormal que cada um leve um prato de sua escolha e por aí vai. As pessoas querem celebrar e se divertir, mas é cada vez mais raro que estejam dispostas a bancar tudo para que uma festa aconteça. Pra ilustrar a questão, veja o caso de Georgina Childs, que foi madrinha de 20 casamentos nos últimos quatro anos e praticamente foi à falência.

Desde que começou a ser convidada para ser madrinha e ir em casamentos com frequência, em 2014, Georgina gastou quase 6,5 mil libras esterlinas, além de cerca de 2,7 mil libras somente em festas de despedida de solteira (um total aproximado de R$ 45 mil). Como resultado dos 20 casamentos e 12 despedidas de solteira que frequentou desde então, hoje ela tem uma dívida de duas mil libras (aproximadamente R$ 9,8 mil), de forma que acabou precisando voltar a morar com os pais.

Além do vestido e do presente, como 13 dos 20 eventos que ela frequentou ocorreram em outra cidade, ela ainda precisou gastar com viagens e hotéis -isso porque normalmente ela tenta economizar usando serviços como Airbnb e pegando vestidos emprestados.

“Eu também sempre escolho dar o presente mais barato da lista de presentes. Já comprei suportes para vela e até um par de talheres para servir salada”, conta ela em entrevista ao tabloide “The Sun”.

Ao veículo, Georgina revela que adorava ir a casamentos, mas que a partir de 2014 começou a receber convites demais, inclusive para ser madrinha e até dama de honra – papel que, segundo ela, é o mais caro de todos. “Meu calendário foi ficando cada vez mais apertado e o dinheiro estava indo embora. Comecei a entrar em pânico”, diz.

Dívidas

Para arcar com todos os custos, ela começou a usar o cartão de crédito, mas foi tendo dificuldades para quitar a fatura. “Em novembro do ano passado, eu tinha gasto 1,5 mil libras no cartão de crédito e já estava 800 libras no cheque especial do banco. Eu tentei diminuir os custos, mas eles continuavam aumentando”, afirma.

Ela conta que o máximo que chegou a gastar em um casamento só foi 800 libras (cerca de R$ 3,7 mil), em uma cerimônia que ocorreu na Itália, mas ela também já gastou 600 libras (aproximadamente R$ 2,9 mil) em um fim de semana de despedida de solteira de uma amiga na Espanha – “era o que eu pagava de aluguel todo mês”.

Por conta disso, hoje Georgina odeia ser convidada para casamentos, dizendo “tremer” quando recebe um convite porque sabe que não consegue recusar. A “madrinha de carteirinha” também decidiu voltar a morar com os pais para economizar dinheiro. “No fim, alguma coisa precisa ceder. Só tinha um dia do mês em que a minha conta não estava no negativo, que era quando caía meu salário. Eu não tinha vida, gastava tudo com casamentos.”

Como é sua relação com convites para eventos que demandam gastar muito dinheiro? Você gosta ou tem horror a isso?

fonte: delas.ig.com.br

Escrito por

Buscando a felicidade sempre. Apaixonado pela comunicação e pela música. Sonhar, acreditar e jamais desistir, tudo isso sem perder a fé. Locutor, cantor e acadêmico de jornalismo. Apresentador do Viva-Voz. Me siga no insta: @padubotelho.

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