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Em um mês, confirmação de H1N1 cai em 50% na Santa Casa

Depois de registrar 21 casos positivos de H1N1 no mês de maio, junho encerrou com apenas dez casos confirmados entre os notificados pela Santa Casa de Campo Grande. A curva descendente pode ser explicada pelo aparecimento precoce da doença em 2016. Excepcionalmente, neste ano, as primeiras notificações começaram a ocorrer em fevereiro chegando ao ápice [...]

Depois de registrar 21 casos positivos de H1N1 no mês de maio, junho encerrou com apenas dez casos confirmados entre os notificados pela Santa Casa de Campo Grande. A curva descendente pode ser explicada pelo aparecimento precoce da doença em 2016. Excepcionalmente, neste ano, as primeiras notificações começaram a ocorrer em fevereiro chegando ao ápice em maio.

De fevereiro para março, o número de pessoas notificadas subiu de um para quatro, sendo um deles positivo para a doença. De março para abril, os boletim epidemiológico do hospital registrou 38 casos notificados, mas somente quatro deles positivos.

O ápice das notificações foi no mês de maio com 67 casos notificados, vindo a se confirmarem 21 deles. Em junho, os números voltam cair com 43 notificados, mas somente dez positivos para a doença.

Transmissão

A transmissão direta (pessoa a pessoa) é a mais comum e ocorre por meio de gotículas expelidas pelo indivíduo infectado com o vírus influenza ao falar, espirrar e tossir. Eventualmente, pode ocorrer transmissão pelo ar por conta da inalação de partículas residuais, que podem ser levadas a distâncias maiores de um metro.

Também há evidências de transmissão pelo modo indireto, por meio de contato com as secreções de outros doentes. Nesse caso, as mãos são o principal veículo, ao propiciarem a introdução de partículas virais diretamente nas mucosas oral, nasal e ocular. A eficiência da transmissão por essas vias depende da carga viral, contaminantes por fatores ambientais, como unidade e temperatura, e do tempo transcorrido entre a contaminação e o contato com a superfície contaminada.

A infecciosidade está relacionada com a excreção viral pelo trato respiratório superior, porém a correlação entre a excreção viral nasofaríngea e a transmissão é incerta e pode variar, particularmente em função do nível de imunidade preexistente.


Assessoria Santa Casa de Campo Grande

Escrito por

Jornalista Brasileira. Produtora de conteúdo. pura canceriana. descobrindo maneiras de agradecer, sempre. respirando fundo, de vez em quando. a louca da poesia, dos contos e das letras de músicas. Journalist brazilian w/ italian citizenship - cargocollective.com/giuliasimcsik

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