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H1N1: MS tem 60 casos notificados desde o início do ano

Mato Grosso do Sul já registrou a primeira morte por H1N1 este ano, além de 60 casos notificados de outros tipos de influenza A, que inclui também o vírus H3N2. Os casos foram registrados entre 1° de janeiro e 16 de março, em apenas 76 dias a gripe já fez uma vítima no Estado. O [...]

Mato Grosso do Sul já registrou a primeira morte por H1N1 este ano, além de 60 casos notificados de outros tipos de influenza A, que inclui também o vírus H3N2. Os casos foram registrados entre 1° de janeiro e 16 de março, em apenas 76 dias a gripe já fez uma vítima no Estado.

O paciente era de Corumbá, onde o número de casos notificados chega a 44, o maior entre os cinco municípios que registram a doença até agora. O óbito por gripe aconteceu no mês de janeiro, pois no primeiro boletim epidemiológico da SES (Secretaria de Estado de Saúde), divulgado no dia 2 de fevereiro, o caso já aparecia como confirmado.

Em Campo Grande são 11 casos notificados, Ponta Porã aparece com três, Caarapó e Ladário com um, cada. O segundo boletim epidemiológico da SES – divulgado no dia 17 de março –, aponta que desde o início do ano até o dia 16 de março, 151 amostras foram encaminhadas para triagem no Lacen (Laboratório Central de Saúde Pública). Foram cinco casos confirmados, quatro de H3N2 em Campo Grande e um de H1N1 em Corumbá.

No primeiro boletim eram apenas 15 casos notificados – um em Campo Grande e 14 em Corumbá. Além de 57 amostras avaliadas pelo Lacen, com quatro confirmações – três na Capital (de H3N2) e um em Corumbá (de H1N1).

Desde 2009 até 2015 foram registradas 86 mortes por influenza A – 15 causadas por H3N2. Somente no ano passado foram sete mortes, uma delas por H1N1.

O médico infectologista e representante da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) em Mato Grosso do Sul, Rivaldo Venâncio da Cunha, afirma que a previsão é de aumento dos números de casos a partir de agora. “Estamos na época de mudanças climáticas. Com o início do outono a temperatura média diária começa a baixar. As pessoas tendem a ficar mais recolhidas e consequentemente a circulação dos vírus aumenta. É esperado começar a elevar os casos de doenças respiratórias, em especial H1N1”.

Ele explica que os vírus da influenza A – H1N1 e H3N2 – já estão inseridos no Estado desde 2009, mesmo assim os cuidados para evitar a doença precisam ser feitos, para evitar as mortes por gripe. “Já são sete anos com o vírus em circulação, e há dois anos as pessoas ainda estava relutantes em ser vacinadas. É importante vacinar, em especial idosos e gestantes, além de tomar as precauções individuais de higiene, limpar o nariz, proteger o espirro e sempre lavar as mãos com água e sabão”, disse o médico.

A Sesau (Secretaria Municipal de Saúde Pública) informou que a vacinação contra gripe, prevista para começar em maio, foi antecipada para abril, mas ainda sem data confirmada.

Escrito por

Jornalista Brasileira. Produtora de conteúdo. pura canceriana. descobrindo maneiras de agradecer, sempre. respirando fundo, de vez em quando. a louca da poesia, dos contos e das letras de músicas. Journalist brazilian w/ italian citizenship - cargocollective.com/giuliasimcsik

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