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A influência da autoestima na capacidade de sedução.

Nada melhor do que sentir-se bem consigo mesmo antes de partir pra um relacionamento, não é mesmo? É o que afirma a professora Regina Racco, que lançou um curso sobre a arte da sedução e já passou por Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Recife. E nada de se esforçar pra agradar seu amor, tenha sempre em mente que um grande amor é aquele que gosta da gente do jeitinho que somos, com direito a estria, celulite e calça de moletom na cama.

Segundo Regina, as conquistas femininas no mercado de trabalho nos afastaram de nossa sensualidade. Mas somos sensuais por natureza e nascemos para seduzir”, acredita. No curso, Regina ensina o caminho de volta, mas nada de dicas para seduzir um homem. “O segredo é seduzir a si mesma. Resgatando a feminilidade, qualquer mulher é capaz de encantar o parceiro que quiser”, afirma. E, na hora do bote, a auto-estima é obrigatória. “Sedução é pura energia. Se você se sente capaz, torna as pessoas ao seu redor receptivas. As mulheres precisam entender que o que atrai não é a beleza, é o poder de atração. Esse poder está intimamente ligado a relação que você tem com sua energia sexual”, diferencia. Regina garante que as mulheres cientes de seu poder de sedução não precisam nem ao menos se preocupar em procurar. “O único trabalho será escolher”, brinca.

“Vá para frente do espelho e se apaixone por si mesma. Você só terá o amor de alguém depois que se amar. Tenha consciência de que é única, uma expressão divina que não se repetiu no planeta. E, acima de tudo, respeite sua individualidade, pois ninguém tem que ser escrava da beleza ou da balança para ser feliz. Tudo está na forma como nos vemos, e cada uma de nós é responsável por estar vivendo sua capacidade enquanto mulher. Assim, os parceiros chegarão”, garante. Só não vale ficar trancafiada dentro de casa, esperando o príncipe encantado tocar a campainha. Ver e ser vista é fundamental.

E pra quem já namora ou é casado, como funciona a questão da autoestima?

Bom, quando a autoestima é rebaixada, é comum encontrarmos tais comportamentos: submissão; ciúmes e sentimento de posse; medo de ficar só, o que leva a aceitar qualquer imposição do outro; sofrimento antecipado (espera que as situações deem errado); autossabotagem (por não se achar capaz, sabota-se) e vitimização (sente pena de si e coloca-se no papel de vítima).

 No caso da autoestima desproporcionalmente elevada, as atitudes presentes são: intolerância; desvalorização do outro; autossuficiência (não preciso de ninguém para viver); arrogância e orgulho e relação sem parceria, sem diálogo com o outro. Ou seja, o ideal é valorizar-se na medida certa para conviver e se relacionar melhor, com mais empatia e entendimento.
fonte: personare.com.br e bolsademulher.com

 

Escrito por

Buscando a felicidade sempre. Apaixonado pela comunicação e pela música. Sonhar, acreditar e jamais desistir, tudo isso sem perder a fé. Locutor, cantor e acadêmico de jornalismo. Apresentador do Viva-Voz. Me siga no insta: @padubotelho.

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