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Má digestão atinge cerca de 40% da população

  Sensação de “estufamento” após as refeições, arrotos frequentes, náusea e dor abdominal são alguns dos sintomas da doença Em referência ao Dia Mundial da Saúde Digestiva (29), data instituída pela World Gastroenterology Organisation (WGO), a Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SOBED) alerta sobre azia e má digestão, condições ocasionadas por algum desequilíbrio no organismo [...]

 

Sensação de “estufamento” após as refeições, arrotos frequentes, náusea e dor abdominal são alguns dos sintomas da doença

Em referência ao Dia Mundial da Saúde Digestiva (29), data instituída pela World Gastroenterology Organisation (WGO), a Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SOBED) alerta sobre azia e má digestão, condições ocasionadas por algum desequilíbrio no organismo ou doença, que atingem grande parte da população, mas que acabam sendo menosprezadas. Segundo o médico endoscopista e coordenador de comunicação da SOBED, Bruno Martins, a má digestão ou dispepsia funcional atinge entre 20% e 40% da população. “Os principais sintomas da má digestão são a sensação de ‘estufamento’ após as refeições, arrotos frequentes, náusea e dor abdominal. Como são sintomas comuns de outras doenças, é muito importante o acompanhamento de um especialista para que possa descartar outras causas como gastrite, úlcera ou refluxo”, esclarece.

 Ainda segundo Martins, a azia – aquela sensação de queimação no peito ou na garganta que algumas pessoas se referem como acidez – é o principal sintoma da Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) e deve ser levada a sério e tratada. “Principalmente porque quase 12% da população urbana no Brasil sofre com retorno do ácido gástrico”, explica.

 Confira as dicas da SOBED para melhorar a azia e má digestão e ter uma saúde digestiva adequada:

 1 – Emagreça (se estiver acima do peso) – O excesso de peso e acúmulo de gordura corporal geram pressão abdominal, o que acaba dificultando uma digestão adequada.

 2Evite café, chocolate, álcool, gorduras e frituras As substâncias presentes nesses alimentos e bebidas relaxam o esfíncter esofágico inferior, possibilitando a volta dos alimentos.

3 – Pare de fumar – o cigarro contém substancias tóxicas que agridem as mucosas do esôfago e do estômago, deixando o trato gástrico propenso, inclusive, à gastrite e úlcera.

4 – Procure comer mais vezes ao dia – O ideal é se alimentar de quatro a cinco vezes por dia, a cada três horas e em pequenas porções. Comer demais pode piorar o refluxo e contribuir para a má digestão.

5 – Evite se deitar por pelo menos três horas após a refeição – É comum o refluxo em pessoas que costumam dormir logo após almoço ou jantar.  O fato ocorre devido à ausência de gravidade, que facilita o encaminhamento do conteúdo gástrico para o esôfago quando a pessoa está deitada. Elevar a cabeceira da cama pode ajudar para diminuir o problema.


Assessoria Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva

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Escrito por

Jornalista Brasileira. Produtora de conteúdo. pura canceriana. descobrindo maneiras de agradecer, sempre. respirando fundo, de vez em quando. a louca da poesia, dos contos e das letras de músicas. Journalist brazilian w/ italian citizenship - cargocollective.com/giuliasimcsik

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