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AS 7 PERGUNTAS MAIS IMPORTANTES SOBRE A LEI GERAL DE PROTEÇÃO DE DADOS

Que tal transformar “velhinhas” cozinheiras em influenciadoras na internet?

Trata-se do Pasta Grannies, que, traduzindo, seria algo como vovós da massa.

O canal, que já tem quase 400 mil inscritos e 124 mil seguidores no Instagram, traz exatamente o que anuncia – vovós de origem italiana ensinando receitas e dicas de cozinha.

A criadora do canal, Vicky Bennison, de 60 anos, disse que se motivou a lançar os vídeos ao perceber que as tradições culinárias não estavam sendo passadas em frente.

Vovós online: contato com a tecnologia na terceira idade estimula o cérebro e combate a depressão

Conversar com os amigos em um grupo do Whatsapp, fazer uma chamada de vídeo com aquele parente que mora longe e pagar contas pelo aplicativo do banco no celular: se você acha que tudo isso é coisa de gente jovem, está na hora de rever os seus conceitos.

De acordo com Maisa Kairalla, médica geriatra e presidente da SBGG-SP (Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia do Estado de São Paulo), a inclusão digital na terceira idade, mais que necessária, é positiva para a saúde da população com mais de 60 anos.

— O acesso aos dispositivos digitais estimula o cérebro e, nesse sentido, os ganhos cognitivos são vários. Há pesquisas que mostram benefícios para aspectos como memória e até depressão, que nós observamos muito no consultório. Na internet, o idoso interage e socializa mais. Isso faz bem para o comportamento dele, já que ele fica mais ativo e se integra à realidade de hoje, em que boa parte da rotina envolve tecnologia.

No Brasil, cada vez aumenta o número de pessoas acima de 50 anos envolvidas com as novas tecnologias. Segundo pesquisa divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 2016, 14,9% da população idosa brasileira utiliza a internet — dez anos atrás, os usuários eram apenas 7,3%. O número de idosos dessa faixa etária que utiliza o celular também aumentou bastante: pulou de 16,8% em 2005 para 55,6% nos dias de hoje.

Só o fato de aprender algo novo, independentemente de ser no computador ou celular, já é um estímulo cognitivo para eles. Fora isso, a interação com os dispositivos tecnológicos acaba trabalhando estimulação motora, percepção visual, memória, atenção e processamento de informações.

As novas possibilidades de interação com amigos e familiares, aliás, representam um dos grandes impactos positivos que o contato com tablets, smartphones e computadores podem trazer para os idosos.

Isso porque na terceira idade as tendências ao isolamento aumentam, segundo a psicóloga Blenda de Oliveira, da SBP – SP (Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo).

É sempre bom observar a forma como essas tecnologias são utilizadas.

Elas não devem substituir o contato presencial com as pessoas e a atividade física, por exemplo. Caso contrário, a tecnologia pode levar a um outro tipo de isolamento, igualmente preocupante.

E aí? O que acha do assunto? Comente!

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