Médico atendido na emergência se levanta para ajudar outro paciente

Médico que estava sento atendido na emergência se levanta para ajudar outro paciente
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp

Nessa história que vou contar agora a gente consegue perceber o que é vocação e amor pelo que faz da vida.

O Dr. Miguel Artega deu entrada no pronto socorro do hospital que trabalha, no México com mal-estar, foi atendido, medicado e já estava descansando até ter alta na sala de emergência.

Então a equipe de traumatologia entrou na sala com um paciente com uma lesão bem feia no braço e o Dr. Artega, sendo ortopedista e traumatologista não pensou duas vezes e se levantou para ajudar seus colegas.

A lesão do paciente foi controlada e por conta da ação dele e do resto da equipe, o braço foi salvo.

Quando a gente ouve uma história dessas a gente logo pensa que foi algum episódio daquelas séries médicas, mas essa história foi real.

Ele conta que simplesmente sentiu um chamado especial, algo o fez se levantar e ir ajudar ignorando os riscos. É essa a tal vocação e amor pelo que você faz.

Nesse momento onde temos 100 mil mortes pela covid-19, é que temos que dar valor a essa equipe dos hospitais, que se joga na direção do paciente para tentar salvá-lo a todo custo.

Mas infelizmente os leitos de isolamento e UTI são escaços.

Temos que fazer a nossa parte para que os profisionais da saúde possam fazer a parte deles.

Parabéns a todos os profissionais que se dicam para salvar outra vida.

Hospital contrata ex-paciente

Um homem sem teto, desempregado chegou ao Hospital da Baleia, em Belo Horizonte.

Seus sintomas preocuparam a equipe: dor no peito, tosse e falta de ar, sintomas do novo coronavírus.

O diagnóstico foi feito rapidamente e foi detectado que ele tinha tido um derrame pleural.

Ele foi tratado, e recebeu alta, mas como não tinha para onde ir, a diretoria do hospital deixou ele ficar ali por mais alguns dias até conseguir uma vaga no abrigo.

Nesse tempo ele fez amizade com a equipa do hospital e acabou tendo a simpatia dessas pessoas, que fizeram um movimento organizado bem legal.

Foram até a diretoria e sugeriram a contratação dele para uma vaga de segurança que estava aberta no hospital.

A diretoria concordou e ele começou a trabalhar muito feliz.

Agora ele mora numa república próxima ao hospital e está desempenhando seu trabalho de forma bem legal.

A chefia dele diz que ele está indo muito bem no trabalho e ele diz que está muito contente e feliz pela ajuda que recebeu.

Esse é um exemplo de que todos podemos ajudar nem que seja de forma pequena.

A diretoria não precisava nem deixar que ele ficasse por mais uns dias, afinal já estava curado.

Isso mostra que ainda existe bondade na humanidade, a gente só tem que procurar.

Aposentado realiza sonho e se forma em universidade na Itália

Quando a gente ouve a frase “nunca é tarde para estudar” a gente não tem ideia do que isso quer dizer.

A história de Giuseppe Paterno vai dar pra gente uma ideia real do que isso significa.

O seu Giuseppe enfrentou grandes desafios na vida, lutou na Segunda Guerra Mundial, teve de alimentar a família em momentos de crise, mas mesmo assim, nunca escondeu o sonho de estudar.

Em uma época pobre da Itália, quando nasceu ele só pôde receber o ensino básico, e logo a segunda grande guerra apareceu e ele teve que lutar.

Ele não pôde fazer o ensino médio quem dirá uma faculdade.

Mesmo depois da guerra, com a Itália devastada, a demanda maior era a necessidade de alimentar sua família e ajudar a reconstruir o país.

O tempo passou, se casou, veio os filhos e somente com 31 anos de idade que foi possível para ele conseguiu terminar o ensino médio.

Mais um tempo passou, trabalho por décadas na ferrovia e depois de aposentado resolveu tentar continuar estudando.

Em 2017 ele resolveu se inscrever para ingressar a universidade. Resolveu cursar história. Um curso que na Universidade de Palermo dura 3 anos.

Aí veio o tal do coronavírus e a gente sabe o estrago que ele fez na Itália.

Mas seu Giuseppe não desistiu, mesmo não gostando das aulas por videi chamada ele resolveu ir em frente e na última semana de julho, com 96 anos ele recebeu a cora de louros e seu diploma junto com o resto de sua turma que tem cerca de 70 anos a menos que ele.

Para ele é um grande feito, uma realização de vida. E isso nos faz pensar o quanto que uma dedicação e superação das dificuldades nos fazem querer ir adiante.

Se você pensar que é muito tarde para estudar algo novo, ou para fazer algo diferente da sua vida, é só lembrar da história do senhor Giuseppe Paterno, que recebeu seu diploma de graduado em história aos 96 anos.