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Ministério passa a monitorar assistência a famílias que convivem com a microcefalia

O Ministério da Saúde anunciou, nesta segunda-feira (29), que está fazendo, desde o dia 22 de fevereiro, um mapeamento das condições de atendimento de bebês nascidos com microcefalia no Brasil. O serviço consiste em telefonar aos familiares de cada criança com suspeita de microcefalia notificada nos últimos meses para verificar quais exames já foram realizados [...]

O Ministério da Saúde anunciou, nesta segunda-feira (29), que está fazendo, desde o dia 22 de fevereiro, um mapeamento das condições de atendimento de bebês nascidos com microcefalia no Brasil.

O serviço consiste em telefonar aos familiares de cada criança com suspeita de microcefalia notificada nos últimos meses para verificar quais exames já foram realizados e quais faltam realizar, que tipo de acompanhamento o bebê está tendo nas redes de atenção básica e especializada e se a estimulação precoce e a reabilitação já foram iniciadas.

Entre os exames previstos para o bebê com suspeita de microcefalia estão os de ultrassonografia e tomografia, além dos testes do pezinho, orelhinha e olhinho.

Segundo o Ministério da Saúde, o objetivo do novo serviço é obter um panorama de como está a assistência a essas crianças para poder organizar os fluxos de atendimento e oferecer apoio aos estados e municípios.

Em entrevista à imprensa, o ministro da Saúde, Marcelo Castro, afirmou que a medida vai permitir ao governo fazer uma “busca ativa”. As ligações vão indicar e reforçar às famílias de crianças com suspeita de microcefalia que podem procurar a rede pública para fazer os exames necessários, e assim descartar ou confirmar a microcefalia. Esta busca ativa começou a ser feita por conta do número de crianças que passaram por exames em comparação com número de casos suspeitos, que não está evoluindo da forma que se esperava.
Em 25 de fevereiro, a OMS divulgou um documento no qual recomendou que bebês com casos mais extremos de microcefalia nas áreas afetadas pela zika passem por diagnósticos de imagem como ressonância magnética e tomografia computadorizada.

Esses exames, segundo as novas diretrizes, são necessários para buscar possíveis anormalidades cerebrais, que vão além do pequeno diâmetro da cabeça em si.

Pelos novos parâmetros, casos de microcefalia passam a ser divididos em três tipos: “microcefalia”, “microcefalia severa” e “microcefalia severa com anormalidade cerebral”.

Escrito por

Jornalista Brasileira. Produtora de conteúdo. pura canceriana. descobrindo maneiras de agradecer, sempre. respirando fundo, de vez em quando. a louca da poesia, dos contos e das letras de músicas. Journalist brazilian w/ italian citizenship - cargocollective.com/giuliasimcsik

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