“Não dê Esmolas, dê Dignidade”

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp

Confira a entrevista completa↓

Na Prefeitura há diversos serviços voltado a este público que está na rua, na maioria dos casos, por algum vício. As ajudas, que ocorrem muitas vezes nos semáforos, acabam sustentando este vício e fazendo com que recusem o atendimento que pode recuperar a dignidade e transformar a vida desta população.

“Resgatar a dignidade das pessoas em situação de rua é um de nossos principais objetivos. Nossas equipes realizam o trabalho de abordagem e acolhimento 24 horas, todos os dias da semana, e são essas ações que vamos evidenciar durante a campanha, pedindo à população que nos ajude, divulgando os serviços que são ofertados pela Rede de Assistência Social do Município”, pontuou o secretário municipal de Assistência Social, José Mario Antunes.

A Prefeitura tem entre seus programas um trabalho de abordagem na rua, tratamento em clínicas terapêuticas, acompanhamento médico em diversas unidades, cursos, capacitação e até o encaminhamento ao mercado de trabalho. A orientação é que, ao invés de dar esmolas, a população acione os serviços de acolhimento disponíveis na rede de Assistência Social do município, que conta com quatro unidades de acolhimento.

“É uma campanha para conscientizar as pessoas, mostrando que o mais importante é oferecer oportunidades para que ela tenha condições de ter uma renda, de sustentar sua família com seu próprio trabalho. É importante a população saber o que a gestão municipal realiza quanto ao acolhimento social e encaminhamento ao mercado de trabalho desse público”, destacou  o diretor-presidente da Fundação Social do Trabalho (FUNSAT), Luciano Martins.

Serviço – Durante as abordagens de conscientização, as equipes irão informar a população sobre o Serviço Especializado em Abordagem Social (SEAS), divulgando os telefones de contato das equipes que atuam no serviço 24 horas, percorrendo pontos estratégicos de Campo Grande, principalmente a região central, para identificar indivíduos ou famílias, assim como crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil, exploração sexual ou fazendo uso de drogas, que utilizam os espaços públicos como moradia.