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Cães vendidos como acessórios geram polêmica na web.

Ahm, como assim? Pois é, mais uma polêmica borbulha nesta maravilhosa rede de computadores e que nos integram ao mundo moderno. Deixe-me explicar: um site de roupas e acessórios lançou uma nova coleção intitulada “Canine Collection”, onde, além das vestimentas e petrechos destinados à moda, trinta e três cachorrinhos lindos de raça estavam à venda por encomenda pelo site, para que você pudesse comprá-los e combinar seu animalzinho com seu mais novo look. Inclusive, a situação piorava ainda mais quando os cães eram anunciados como “acessórios únicos” ou  o “cachorro certo para combinar com o seu guarda-roupas”.

Após o lançamento, que não foi nada bem recebido, uma chuva de críticas inundou o Twitter, com comentários do tipo “Cães não são acessórios, centros de resgates estão cheios. Cães são um compromisso de tempo integral e eu espero que alguém perca o emprego por causa disso”, “vocês estão se baseando em uma compra rápida influenciada pela fofura, mas e se quem comprou desistir disso depois?” e “existem mais de 100 mil cachorros esperando para achar uma casa e vocês estão vendendo eles como assessórios??”.

Ainda assim, algumas pessoas efetuaram a compra no site e compartilharam a chegada dos cães.

É claro que após toda essa repercussão negativa, a marca mudou o discurso e a página feita para a venda dos animais foi modificada. Agora, embaixo de cada raça, onde antigamente havia o valor do cachorro, está a mensagem “not for sale”, “não está à venda”, em português. Os caras ainda mandaram uma mensagem na página inicial dizendo assim, “É claro que você não pode comprar cachorros por aqui. Mas infelizmente milhares de cães são comprados e abandonados a cada ano. O número de animais que precisam ser realojados aumentou em 120% nos ultimos cinco anos. Cachorros não são apenas para o Instagram, são para a vida”.

Após toda essa treta no mundo virtual, mudanças de discurso e tiros saindo pela culatra, o gerente de Marketing da empresa Lyst,  Christian Woolfenden, afirmou que tudo não passou de uma grande e bem sucedida jogada de marketing: “Estamos muitos satisfeitos até agora. Acredito fortemente que as empresas têm de fazer a sua parte no mundo. O real impacto dessa ação joga o peso de uma organização, de uma marca, para ajudar uma causa”.

E aí, José, o que você pensa a respeito de todo esse rebuliço? A venda de animais anunciados como peças de acessório foi mesmo assim tão condenável? Você compraria? E a mudança repentina de posicionamento da marca reflete uma grande jogada de marketing ou apenas a tentativa de consertar um erro devido às críticas recebidas?

fonte: delas.ig.com.br

Escrito por

Buscando a felicidade sempre. Apaixonado pela comunicação e pela música. Sonhar, acreditar e jamais desistir, tudo isso sem perder a fé. Locutor, cantor e acadêmico de jornalismo. Apresentador do Viva-Voz. Me siga no insta: @padubotelho.

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