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País já registra mais de 4 mil casos de microcefalia

Um novo boletim que será divulgado nesta quarta-feira (27) pelo Ministério da Saúde informa que o país já tem mais de 4 mil casos suspeitos de microcefalia relacionados ao vírus zika desde 2015. Cerca de 200 novos casos suspeitos são registrados todas as semanas. Os dados foram adiantados na terça-feira (26) por um ministro. O governo decidiu que o Rio de Janeiro será o centro da estratégia de combate à doença até agosto, quando terão início as Olimpíadas.

O governo também prepara uma nova campanha de esclarecimento sobre a transmissão da doença, e vai trabalhar nesse material com o conceito de guerra ao Aedes aegypti. O slogan já foi escolhido: “Um mosquito não é mais forte que um país inteiro”. A ideia é veicular a propaganda nos meios de comunicação de maior alcance — rádio e televisão — e nas redes sociais. Uma das ideias é dar exemplos de ações preventivas em programas de grande audiência na TV.

O mais recente boletim do ministério, apresentado na quarta-feira passada (20), apontava 3.893 casos suspeitos de microcefalia, entre confirmados, em investigação e descartados. Desses, estavam confirmados seis casos de microcefalia com presença do vírus zika; Em 224 foi confirmada a microcefalia, mas apenas com a indicação de infecção pelo vírus. Outros 3.381 ainda estavam em investigação. Por fim, já havia 282 casos descartados. Em todo o ano de 2014, antes da epidemia atual, tinham sido registrados 147 casos.

O governo está muito apreensivo com o impacto da epidemia sobre as Olimpíadas, uma vez que alguns dos bebês nascidos com microcefalia nos Estados Unidos e na Europa, até agora, são de mães que passaram pelo Brasil. Até por isso, o combate intensivo no Rio é fundamental. É preciso ainda, segundo assessores da presidente Dilma Rousseff, evitar a redução do número de turistas e até mesmo de atletas no evento, já que agências internacionais de controle de doenças estão recomendado que somente se deve viajar ao Brasil em caso de extrema necessidade, o que resultaria em um fracasso para o governo e para a imagem do país.

Além do trabalho de exterminação e prevenção de criadouros do mosquito, seja em residências, prédios públicos ou demais áreas de convivência, o governo investirá em campanhas publicitárias para passar uma mensagem “forte e direta” sobre a necessidade de combater o zika, com destaque para as consequências que a propagação do Aedes pode trazer.

Escrito por

Jornalista Brasileira. Produtora de conteúdo. pura canceriana. descobrindo maneiras de agradecer, sempre. respirando fundo, de vez em quando. a louca da poesia, dos contos e das letras de músicas. Journalist brazilian w/ italian citizenship - cargocollective.com/giuliasimcsik

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