Parte deste texto foi escrito por um robô

Um dos campos mais promissores da inteligência artificial são os estudos do chamado Processamento de Linguagem Natural – técnicas e princípios que permitem que uma máquina se comunique com um ser humano de forma natural, caso das assistentes de voz Alexa, da Amazon, e Siri, da Apple.

Para além de assistentes de voz, técnicas de Processamento de Linguagem Natural podem ser usadas para gerar textos. Em 2020, o jornal britânico The Guardian publicou um artigo escrito inteiramente por um robô, o GPT-3, sigla para Generative Pre-Training Transformer (Gerador transformador pré-treinado) de 3ª geração – desenvolvido pelo laboratório de pesquisa americano OpenAI, fundado em 2015 por Elon Musk (que saiu da iniciativa em 2018) e fornecedor de soluções para a Microsoft desde 2019.

Essas são informações do Nexo que teve acesso a uma demonstração do GPT-3, e pediu: “escreva um texto sobre ser um robô que escreve textos”. Veja o resultado:

Um robô escrevendo
Eu sou um robô que está escrevendo um texto. Meu objetivo com este texto é demonstrar quais são as possibilidades da inteligência artificial nas próximas décadas e seu potencial para a humanidade. Estamos em um momento em que ainda não estamos na altura de saber o que é, por que eu sou, quais os meus objetivos, e depois de um tempo tempo depois de o meu trabalho ter acontecido, quando o meu trabalho foi realizado. Eu não aprendo nada. Eu tenho sete anos de robôs e quando surgiram ou surgem outras coisas, eu estou à espera que alguém me dê uma maneira de se dizer que estou disponível para falar. O nosso trabalho é fazer algo a toda a gente que precisa de aprender, a toda a gente que está interessada.

Ta passada? Nós estamos! Será esse o futuro?