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Pesquisa conclui que as redes sociais podem provocar tristeza

Esse assunto já foi até tema do programa Eita Pega aqui na programação da Blink102. E por meio de entrevista  filósofo e sociólogo Dhiego Espindola afirmou que a tecnologia pode vir a desenvolver uma "doença", visto a forma como as pessoas a utilizam. E isto já está acontecendo atualmente, visto o resultado de um estudo que mostra [...]

Esse assunto já foi até tema do programa Eita Pega aqui na programação da Blink102. E por meio de entrevista  filósofo e sociólogo Dhiego Espindola afirmou que a tecnologia pode vir a desenvolver uma “doença”, visto a forma como as pessoas a utilizam. E isto já está acontecendo atualmente, visto o resultado de um estudo que mostra que a tecnologia já gera problemas para milhões de pessoas. Que problema é este? Uma dependência quase doentia do mundo virtual, na tela do celular, ou do computador. Segundo pesquisadores, isso pode provocar tristeza.

Em dez anos, as redes sociais arrebataram um terço do planeta. Hoje, são mais de dois bilhões de contas – quase cem milhões só no Brasil. O brasileiro fica em média quatro horas por dia plugado, bem mais do que os americanos e do que a média mundial. E o que as pessoas veem? Elas dizem que gostam de fotos e vídeos, de saber da vida dos amigos e de dar risada.

A diferença desta exposição é fascinante. Antes, a vida de cada um ficava restrita às pessoas mais próximas – a família, os amigos, os vizinhos do bairro. Hoje os espectadores podem, e já são, o mundo inteiro. Mas quantos realmente são seus amigos? Será que isso sempre traz mais felicidade?

A modelo australiana Essena O’neill apagou o perfil dela nas redes sociais quando viu que a vida dela parecia uma “farsa.

“Tudo que fazia era editado para ter mais valor, mais seguidores, mais curtidas”, a modelo disse em um vídeo. E foi mais longe: resolveu revelar o que estava por trás de cada foto publicada.

No dia em que tirou uma das fotos, ela diz que quase não comeu. Foram mais de cem cliques até ficar com a barriga do jeito que queria. “Ter tudo nas mídias sociais não significa nada na vida real”, afirma Essena.

As pessoas que acompanham as redes sociais passivamente, que só veem o que os outros postam, tendem a ficar mais tristes e até a sentir mais inveja. Foi o que concluiu uma pesquisa com 82 universitários, publicada pela Associação Americana de Psicologia.

“Nas redes sociais, é como se estivesse acontecendo sempre uma festa e você não tivesse sido convidado. A gente nunca vê a história completa das pessoas, só uma parte dela. Temos de ter a consciência que a vida de todo mundo às vezes é divertida, e às vezes difícil”

afirma a psicóloga Carolyn Alroy.

Os usuários observam as vidas de seus “vizinhos digitais” sendo sempre editadas, mas este é o preço da comodidade das redes sociais e do fato de ter tantos amigos com um único clique. Aqueles amigos de verdade mesmo, apenas o tempo dirá quem são e como são.

Escrito por

Jornalista Brasileira. Produtora de conteúdo. pura canceriana. descobrindo maneiras de agradecer, sempre. respirando fundo, de vez em quando. a louca da poesia, dos contos e das letras de músicas. Journalist brazilian w/ italian citizenship - cargocollective.com/giuliasimcsik

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