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Professores pretendem entrar em greve a partir do dia 26 em Campo Grande

Foi decidido em assembleia realizada nesta segunda-feira (11) pelos professores da Rede Pública Municipal de Campo Grande o início da greve a partir do dia 26, caso até lá a prefeitura não reajuste os salários dos profissionais conforme a lei municipal 5.411/2014. Com base nesta legislação, os profissionais cobram 24% de reajuste, sendo 13,01% referente a 2015 [...]

Foi decidido em assembleia realizada nesta segunda-feira (11) pelos professores da Rede Pública Municipal de Campo Grande o início da greve a partir do dia 26, caso até lá a prefeitura não reajuste os salários dos profissionais conforme a lei municipal 5.411/2014.

Com base nesta legislação, os profissionais cobram 24% de reajuste, sendo 13,01% referente a 2015 e 11,36% deste ano.  Na mesma assembleia, foram definidas as próximas mobilizações da categoria.

A partir desta terça-feira, (12) a diretoria do Sindicato Campo-Grandense dos Profissionais de Educação (ACP) visitará as escolas municipais para conversar com os professores sobre o movimento.  Também foi definida uma paralisação geral no dia 19 de abril, uma terça-feira.

Não haverá aula nas escolas municipais. Nesta data, os professores vão realizar uma manifestação no centro de Campo Grande com uma passeata até a prefeitura, onde tentarão reunião com o prefeito Alcides Bernal .

Contudo, os professores prometem rever o movimento se até o lá o prefeito se comprometer com o cumprimento da lei. Se até este instante, a prefeitura não atender a categoria, será realizada assembleia geral no dia 26 de abril a partir das 8 horas para confirmar a greve.

Segundo o dirigente que contribuiu para a decisão pela greve, a atitude da prefeitura desrespeitou acordo firmado com a categoria.

O mesmo cita que as partes tinham concordado em suspender a briga judicial em torno do reajuste para negociarem até 25 de abril. Ocorre que no, início do mês, o prefeito encaminhou para a Câmara Municipal o projeto de reajuste dos servidores públicos municipais no qual propôs índice de 9,57% e incluiu os professores, o que a categoria considerou um rompimento de acordo.

O projeto foi rejeitado no plenário da Câmara Municipal no dia 5 de abril, sob pressão de várias categorias de servidores que não concordavam com o índice.

Escrito por

Jornalista Brasileira. Produtora de conteúdo. pura canceriana. descobrindo maneiras de agradecer, sempre. respirando fundo, de vez em quando. a louca da poesia, dos contos e das letras de músicas. Journalist brazilian w/ italian citizenship - cargocollective.com/giuliasimcsik

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