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Que tal ir de Boas Notícias!

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1 – Você sabia que existe um prêmio dedicado a descobrir e apoiar atos de bondade pelo planeta?

O prêmio apoia causas que incluem: bem-estar dos refugiados, combate ao plástico descartável, conectando pessoas mais velhas e mais jovens através das artes, criando uma cidade mais verde, apoiando meninas vulneráveis e uma rede de apoio motivacional.
O Kindness Awards tem por objetivo de recompensar pessoas e organizações que já estão adotando ações para difundir a bondade pelo planeta. A votação do prêmio é pública e aberta para decidir os vencedores.

2 – Uma dose de boas notícias por semana faz a diferença na sua vida. Você sabia que notícia negativa está impactando a saúde mental das pessoas?

Os leitores dessas notícias estão ficando ansiosos, hostis. Ao ler notícias negativas, você pode começar a ignorar o bem que está acontecendo a sua volta.
Por isso é muito importante que você tenha uma dose diária ou semanal de boas notícias. Aqui no Viva+ a gente apresenta diariamente notícias positivas para você. Hoje já falamos do “prêmio de bondade” que busca por pessoas que estão dedicando suas vidas a ajudar o próximo. E vamos ainda contar a história de um veterinário que ajuda animais de pessoas sem teto e das pesquisadoras brasileiras que realizaram uma façanha incrível.

3 – O Dr. Kwane Stewart é um veterinário que pega sua bolsa cheia de suprimentos médicos e pergunta à pessoa em situação de rua: “Existe algo que seu animal de estimação precisa? Posso ajudar?”

O Dr Stewart se oferece voluntariamente para ajudar animais de estimação dos sem-teto na Califórnia. Em seu tempo livre, ele dirige-se a áreas pobres e vagueia pelas ruas na esperança de oferecer vacinas gratuitas e atendimento veterinário a animais de estimação.

4 – Cientistas brasileiras sequenciaram o genoma do novo coronavírus

Ester Sabino e Jaqueline Goes de Jesus, cientistas brasileiras, que atuam em Universidade Federal sequenciaram o genoma do novo coronavírus que apareceu no Brasil. As duas cientistas conseguiram essa façanha em apenas 48 horas após a confirmação do primeiro paciente com a doença no Brasil.
A pesquisa contou com o apoio dos pesquisadores do Instituto Adolfo Lutz (IAL), do Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo (IMT-USP) e da Universidade de Oxford.

E aí? O que acha do assunto? Comente!

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