Imagine que você sofreu um acidente de trabalho que fez você ficar na cadeira de rodas, sua esposa tá gravida e no seu país não há chance alguma para tratamento.

Triste, né? Essa é a história do José Torres, que veio para o Brasil com a família refugiado da Venezuela.

Mas essa história está longe de acabar, mas já vamos adiantar que ela pode ser muito mais feliz do que pode parecer.

Aqui no Brasil, José e a família foram acolhidos pela organização Refúgio 343 que o encaminhou para a cidade de Jundiaí, no interior de São Paulo onde já receberam uma casa para morar, a esposa já teve o filho Jonathan e está procurando emprego.

José ainda está recebendo tratamento de fisioterapia e em breve vai poder voltar a andar para conseguir um emprego.

Essa organização aceita doações para ajudar pessoas na mesma situação do José e você pode contribuir se quiser, ou apenas compartilhar as ações. O site é refugio343.org.

USP faz parceria para desenvolver tecido que mata Covid-19

Com a vinda do novo coronavírus, estamos cada vez mais preocupados com limpeza, com proteção e formas de nos livrar desse perigo que está tirando tantas vidas mundo a fora.

Nessa luta constante temos empresas e organizações de pesquisa empenhadas todos os dias para criar uma solução viável para nos ajudar.

Assim nasceu o tecido banhado em prata que pode matar o coronavírus em aproximadamente 2 minutos.

Esse tecido composto de poliéster e algodão tem dois tipos de micropartículas de prata impregnadas na superfície.

Para os testes, as amostras do tecido foram armazenadas em tubos com o vírus capturado dos primeiros pacientes no Brasil. O tempo que cada tubo ficava com a os tecidos variava de amostra para amostra.

Os testes foram feitos em dois dias diferentes por equipes diferentes para certificar a certeza dos resultados e foram analisadas ainda por um outro time de pesquisadores.

O resultado foi que os tecidos com essas partículas de prata inativaram 99,9% das cópias do novo coronavírus presentes nos tubos de amostras dentro de 2 a 5 minutos de contato.

Vale ressaltar que a quantidade de vírus contida dentro dos tubos é muito superior à quantidade que está presente no ar, então os testes foram extremos para garantir a eficácia.

Agora resta esperar para ver onde esse tecido vai ser utilizado, lembrando que as aplicações são muitas, que vão desde as próprias máscaras, vestuários e até mesmo brinquedos.

TEXTO: @viniprado_

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