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Relacionamentos abertos: você tem pavor dessa ideia?

Ah, a modernidade…hoje em dia o que não falta são pessoas que gostam de exaltar o quanto estão à frente de seu tempo e, principalmente, se dizem desapegadas de tudo, inclusive de pessoas e relacionamentos. Mas será que isso é verdade?

É, existem variados modelos de relacionamentos hoje em dia e precisamos encontrar aquele que mais se adapta às nossas realidades e desejos, vontades e tudo o mais, aquele ao qual estaremos dispostos a nos entregar de corpo e alma, sem reservas. Pois então, por definição, relacionamentos abertos são aqueles onde os envolvidos, concordam e ter contato físico e/ou afetivo com outras pessoas. Geralmente casais neste formato combinam suas próprias regras, como transparência e lealdade, e não, este tipo de relação em nada se parece com um bacanal ou uma orgia sem limites, como muitos costumam pensar por aí. É um relacionamento como qualquer outro no qual existem regras, deveres, discussões e afins. Inclusive, pra quem acha que não existe traição num relacionamento desses, existe: basta que o outro infrinja as regras determinadas por ambos no cotidiano.

Esse tipo de relacionamento já é muito comum por aí e pode ter várias motivações: Algumas pessoas têm demandas afetivas preenchidas pelo parceiro, mas as sexuais não. Algumas pessoas têm demandas sexuais preenchidas, mas não as afetivas. Algumas pessoas têm ambas as demandas preenchidas e ainda sobram forças para que compartilhem disso. O importante é lembrar que nós não temos nada a ver com isso.

É fato, como seres humanos, temos a tendência em acreditar que o modelo escolhido pelo “eu” é o mais correto a ser seguido, pois foi formulado a partir de uma série de fatores que no fim, acabaram constituindo quem você é hoje: cultura, criação, experiências e etc…e pelo fato de termos muita dificuldade em sermos empáticos, que seria a possibilidade de nos colocarmos genuinamente e sem julgamentos na pele do outro, torna decisões feitas por outros e que se chocam com nossa forma de ser ainda mais difícil de serem aceitas ou até mesmo entendidas.

É aquela coisa, o que pode ser bom pro outro talvez não seja bom pra você e vice-versa, e se hoje você não acha bom, também nada te impede que amanhã você tente ou mude de ideia, o importante é exercitar a tão falada empatia diariamente, quem sabe assim não construímos uma sociedade mais tolerante e sensata?

fonte: casalsemvergonha.com.br

 

 

 

Escrito por

Buscando a felicidade sempre. Apaixonado pela comunicação e pela música. Sonhar, acreditar e jamais desistir, tudo isso sem perder a fé. Locutor, cantor e acadêmico de jornalismo. Apresentador do Viva-Voz. Me siga no insta: @padubotelho.

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