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Será que seus amigos te consideram tanto como você imagina?

Ao longo da vida passamos por várias fases e é natural que após uma certa idade cheguemos à terrível (nem tanto assim), porém compreensível realidade de que amigos de verdade são poucos. Certa vez cheguei até a questionar se não seria melhor que redes sociais como Facebook fossem mais sinceras e em vez de “amigos” utilizassem a palavra “contatos” para designar o número de pessoas existentes em nossos perfis.

Há os de balada, os que estão por perto por algum interesse, os que passam como estrelas cadentes e desaparecem, há pessoas que antipatizamos de cara e também outras que parecemos conhecer de vidas passadas. É assim, meu caro, e com a maturidade, e apenas ela, é que chegará um dia em que poderemos compreender que muitas vezes a culpa de uma amizade não ter ido adiante do jeito que imaginávamos não é necessariamente nossa, mas apenas a forma como a vida caminha, através de encontros e afastamentos, simples e efêmera.

Filosofias à parte, uma pesquisa de psicologia social publicada na revista Plos One pretende provar: metade das pessoas que consideramos amigos, simplesmente não pensa da mesma forma.

Os autores do estudo realizaram a pesquisa com 84 estudantes de uma mesma sala e pediram para que eles avaliassem os seus colegas. A escala era simples: eles deveriam pontuar cada pessoa com uma nota de 0 a 5, sendo “0” correspondente a “eu não conheço esta pessoa” e “5” a “este é um dos meus melhores amigos” – 3 era a pontuação mínima para caracterizar uma amizade. Além disso, eles também deveriam adivinhar como os seus colegas iriam avaliá-los.

O resultado foi alarmante: apenas 53% das amizades eram recíprocas! Os pesquisadores acreditam que esse baixo número se deve à dificuldade que temos em pensar como as pessoas nos enxergam. É chato, mas você pode achar que é um dos melhores amigos de alguém enquanto ela pensa bem diferente. E  se você pensa que o grupo analisado foi muito pequeno para tais conclusões, saiba que a equipe foi ainda mais longe e examinou testes anteriores envolvendo 3,1 mil pessoas e, mesmo assim, os resultados foram bem semelhantes.

Há a teoria de que para uma amizade ser genuinamente verdadeira ela precisa ser inútil, ou seja, completamente livre de interesses. E outra, todos sabemos que muitas vezes a vida nos leva pra lados opostos, mas, mesmo assim, ninguém deseja ser o melhor amigo de um fantasma.

Então fica a dica: se você gosta muito de alguém mas anda meio afastado, deixando a amizade de lado, se reaproxime, esteja presente, seu amigão pode mudar de opinião quanto à sua importância muito em breve.

E aí, você se julga um abençoado com muitos amigos ou já passou por situações em que você considerava muito alguém, mas percebeu que a recíproca não era verdadeira?

fonte: megacurioso.com.br

 

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Escrito por

Buscando a felicidade sempre. Apaixonado pela comunicação e pela música. Sonhar, acreditar e jamais desistir, tudo isso sem perder a fé. Locutor, cantor e acadêmico de jornalismo. Apresentador do Viva-Voz. Me siga no insta: @padubotelho.

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