O 3º episódio da série #VivoNoTrânsito debateu a infraestrutura das ruas e avenidas de Campo Grande (MS): porque tantos buracos e porque eles nunca parecem ser consertados?

O professor e engenheiro civil Chaia Jacob Neto falou sobre a pavimentação de décadas da cidade e sobre o material utilizado para os reparos feitos em buracos atualmente. O especialista também comentou o quão influentes são as chuvas e o clima no geral em relação aos problemas no asfalto: “a função estrutural (do asfalto) deixa de existir quando há penetração de água. E não adianta fazer o tapa buraco sem a recuperação da base, o problema está em baixo, onde há suporte de toda a estrutura do pavimento)”.

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Ariel Serra, secretário adjunto da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos comentou sobre a realização de obras nos dias atuais e sobre planos futuros da Prefeitura da capital sul mato-grossense para melhorias e reparos definitivos nos buracos e que incluem, entre outros itens, investimentos privados e até mesmo internacionais. Para o secretário, a estrutura da drenagem pluvial da cidade é danificada porque, em gestões passadas, os responsáveis por melhorá-la, implantaram sistemas que, atualmente, estão precários.

Ariel também destacou: “Campo Grande possui uma malha pavimenta de 2.800 quilômetros e mais da metade está muito comprometida” por falta de investimento na revitalização, mas afirmou que, até o final do mandato do atual prefeito, não será possível recapear o trecho, pois não há recursos suficientes: “precisaríamos de 800 milhões de reais”.

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Ambos concordam sobre a necessidade da busca de soluções. Para Chaia Jacob Neto, com custo mínimo e em um tempo “mais rápido”. Acima, assista à entrevista completa.

 

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