CRIANÇA QUE ALIMENTA

Para começar as boas notícias, vamos contar a história dessa garotinha de 5 anos de Juiz de Fora, Minas Gerais.

Ela se chama Valentina, e todos os dias, leva sanduíche, suco, fruta e um docinho para pessoas que dormem em uma praça.

Desde criança seus pais a ensinavam que o excesso deve ser doado, que tem sempre alguém que precisa de ajuda, e todas as coisas positivas, e hoje ela não abre mão de ir levar essas comidas para os que precisam.

Claro que agora essas atitudes ficaram mais difíceis, mas Valentina e os pais não deixam de frequentar a praça para ajudar os necessitados.

Devidamente protegidos com máscara e luvas, eles chegam ao local e Valentina coloca as sacolinhas com lanche, suco, fruta e docinho penduradas no que eles chamam de Varal da Valentina.

Muitos comem a primeira refeição naquele momento, e outros comem a primeira em dias.

É uma ação memorável.

DIRETORA DEDICADA

Não faz muito tempo, contamos a história de um professor inglês que, durante a pandemia, leva as tarefas e comida para alguns alunos que não tem condições no Reino Unido.

Agora vamos contar a história da Cleusa Regina de Vargas, diretora de uma escola municipal num município em Santa Catarina.

Com a escola fechada por conta da pandemia, os professores passam atividades para os alunos pela internet, mas nem todos os alunos tem acesso à internet. E como ficam aqueles que não tem acesso?

Para Cleusa, esses alunos não vão perder o ano escolar. Ela veste sua máscara e leva o material didático até a porta da casa do aluno.

Palavras dela: “Não medirei esforços para que todos tenham acesso ao conhecimento”.

Ela faz um revezamento dos bairros próximos da escola, levando os materiais em dias alternados para que todos recebam e tenham acesso ao conhecimento.

Uma atitude admirável.

EXEMPLO NA MEDICINA

Agora vamos falar sobre um médico de 82 anos que resolveu pausar a aposentadoria e voltar a atender durante esse período complicado.

Ele, o Dr. Vasadal Santos é de Colatina no Espirito Santo, é um médico aposentado que viu que agora seria o momento para voltar a atender, de forma gratuita.

Claro que fazendo parte do grupo de risco, ainda tem insuficiência renal, então ele toma todas as precauções para que ajude os outros sem se prejudicar.

Ele é especialista em alergia e resolveu atender de graça no seu antigo consultório para aliviar a carga do hospital na região, que está sobrecarregado devido a covid-19.

A família conta que o apoia, apesar do medo da contaminação pela covid-19. De acordo com ele, ele precisava voltar a ajudar as pessoas para se sentir vivo.

TEXTO: @viniprado_

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