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Você consegue viver sem celular?

2017, século XXI, terceiro milênio. São inúmeros os benefícios e as facilidades que a internet embutida em um pequeno aparelho telefônico, o nosso querido celular, trouxe para a vida de todos nós. Principalmente os da linha inteligente e funcional, chamados de smartphones. Mas você já parou para refletir o impacto social que este pequeno aparelho causou e causa no dia-a-dia da sua vida?

Considerando que estamos todos viciados…  Em qualquer lugar, a qualquer momento do dia, não conseguimos deixar de lado o objeto de nossa dependência. Dormimos ao lado dele, acordamos com ele, o levamos para o banheiro e para o café da manhã – e, se, por enorme azar, o esquecemos em casa ao sair, voltamos correndo. Somos incapazes de ficar mais de um minuto sem olhar para ele. É através dele que nos conectamos com o mundo, com os amigos, com o trabalho. Sabemos da vida de todos e informamos a todos o que acontece por meio dele. Os neurocientistas dizem que ele nos fornece pequenos estímulos prazerosos que explicam a dependência.

Segundo o instituto de pesquisas Ipsos, 18% dos brasileiros admitem entrar em pânico se perderem o acesso ao seu celular. Isso é sério e tem nome: nomofobia. Em outro levantamento, feito pela revista ‘Time’ e pela empresa Qualcomm, 35% dos brasileiros afirmaram consultar o celular a cada dez minutos ou menos.

Eles são a causa de graves acidentes de trânsito, de distantes e complicadas relações familiares, de síndromes do pânico e ataques de ansiedade, que podem resultar em frustrações de longo prazo e até mesmo depressões, de términos de relacionamentos, de amizades e de laços que se tornaram líquidos e perderam estrutura de sentido, de déficits de atenção e de problemas de concentração, de paranoias cognitivas, de quebra dos limites trabalhistas, com a flexibilização de horários e o trabalho que é levado pra casa de todos dentro do bolso. O celular é realmente este vilão que estamos apontando?

Em gradual desenvolvimento, os humanos estão perdendo os sentidos, principalmente da visão com um objeto luminoso sempre tão próximo dos olhos, e o da audição com os alto volumes dos fones de ouvido. Mas o pior de todos os problemas apontados pelos psicólogos que estudam essa revolução no comportamento social, é a dificuldade atual das pessoas de separar o mundo real, do mundo virtual. O não saber se desconectar.

Você se considera um viciado em celular? Você acha que as tecnologias atuais podem causar consequências negativas pro futuro das pessoas?

Fonte: Época / O Dia / TecMundo

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Escrito por

Buscando a felicidade sempre. Apaixonado pela comunicação e pela música. Sonhar, acreditar e jamais desistir, tudo isso sem perder a fé. Locutor, cantor e acadêmico de jornalismo. Apresentador do Viva-Voz. Me siga no insta: @padubotelho.

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